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Ser Coach ou estar Coach?

“Somos Coaches” traz implícita, a ideia de SER, que é nossa crença de identidade. 

Por tanto, Ser Coach significa que somos em nosso íntimo, aquilo que todos os dias pregamos com palavras, pensamentos, ações, expressões, e até mesmo aquilo que o nosso inconsciente comunica sem que nosso desavisado consciente tome nota.

Ser Coach é uma opção de Vida, uma atitude, um valor que permeia cada ação e tomada de decisão que involucre nossa pessoa como indivíduos integrantes de um corpo social, e cada uma das “caixinhas” de nossa vida: ser filho, ser pai, ser irmão, ser conjugue, ser amigo, ser profissional. Ser algum desses “personagens” é honrar a história pessoal que nos levou a ser quem melhor pudemos nos co criar, num contexto ecológico de afetos, pressões, demandas, alegrias e tristezas, desafios e vitórias. Nossa crença de identidade está associada a noção de que posso lidar com várias responsabilidades de forma simultânea, mas não por uma obrigação ou mandato social, mas sim por uma atitude de amor pelo que Sou e consequentemente pelo que faço.

Nesta tessitura, não é de se estranhar que há no mundo muitas pessoas que dentro do seu senso de identidade, já são Coaches, porque exercitam a diário, a doação do seu melhor EU, do seu tempo em benefício dos que mais precisam, compartilhando seu conhecimento como forma de enriquecimento espiritual, indicando, dando a mão a tantos outros, que se encontram perdidos pelos caminhos da Vida.

Isto foi assim, desde os tempos longínquos da história da Humanidade quando os filósofos já sabiam que as respostas estavam nas perguntas, e como muito bem diz Roberto Márques: “No veneno se encontra o antídoto”.

É realmente superando as toxicidades da vida, que alguns atuam na “informalidade saudável” de serem empáticos com o próximo, de sempre estenderem a mão para aqueles que a precisam, porque estão SENDO, e não meramente ATUANDO.

Isto de forma alguma, tira o mérito que muitos como nós, decidimos nos aprofundar nos meandros da crença de possibilidade, é além de SER, FAZEMOS, ou seja geramos movimentos na vida de outras pessoas, mas não somente de forma voluntária, humanitária, mas sim, com conhecimento, embasamento teórico e metodológico.

Dessa forma, o Somos mais o Fazemos, nos proporciona o Termos, que é nossa crença de merecimento.

Para estar nesta vida, e interagir nela de forma saudável com nosso próximo e nos constituirmos em Profissionais destas crenças, devemos vigiar as sombras de nosso: orgulho, vaidade, ganância.

Vejamos: Somos Coaches, porém nossa humildade é necessária para nos colocarmos no lugar do outro. Mais que ser empáticos, devemos ser solidários e compreender que um silêncio, vale mais que mil palavras –e não é mero ditado popular-. É a caridade entrando em ação, quando deixamos de lado o orgulho de desejar ter razão, para simplesmente, encontrar caminhos de diálogo construtivo, dada que é essa nossa MISSÃO.

Deixar a vaidade de lado, porque somos Profissionais, mas isso não implica que tenhamos todas as respostas. De fato, cada ser humano que cruze nossas vidas, nos trará mais aprendizados; nos fará sentir como os filósofos já diziam: “Quanto mais sei, mas me dou conta que não sei nada”. Porque Ser Humano, a identidade desse Ser, é maravilhosa, única e complexa ao mesmo tempo...então imaginemos duas identidades assim, interagindo para que uma delas possa viver mais sua luz em vez de sua sombra?

Deixar a ganância, porque missão de vida transcende a mera possibilidade de possuir mais, ter mais. De fato, somos, então fazemos para logo, termos.

Muitos são os que escolhem a equação inversa: Temos, então Fazemos, logo, Somos. Isto leva a um desequilíbrio da prosperidade da vida, dado que se supõe que a mesma implica uma relação proporcional do dar e receber.

Somos prósperos não somente quando Temos mais materialmente, mas também quando nos realizamos mais, quando nos encontramos mais, e quando somos capazes de identificar uma e outra atitude em nós primeiro e logo em aquele que procura nossa intervenção.

Claro está, que vivemos em um mundo viral, aonde as modas vão e vem, tudo é genérico e instantâneo. Porém, cabe a pergunta: Ser Coach é mais uma moda ou é uma Missão de Vida Profissionalizada?

Muitos são os que me perguntam, então, qual é minha missão de vida? Simplesmente e sem voltas: ajudar outras pessoas a encontrarem seus próprios caminhos. Não é complexa a enunciação, é clara para quem a lê, clara para quem não me conhece e profunda como um oceano.

Ser Coaches, é pegar diariamente a mão de nosso próximo, sem julgamento, sem crítica, sem presunção de superioridade, e ajustar a bússola e velas do seu navio, para que possa chegar a águas mais tranquilas.

Em um mundo, aonde os “pecados capitais” andam à solta, o reconhecimento de nossa Profissão, não é e nem nunca será uma viralização, porque a mesma reafirma o de mais precioso que todo Indivíduo deva resgatar de si mesmo: sua essência de luz, sua divindade, no sentido da bondade, compaixão, caridade.

Somos Coaches, por tanto fazemos de nosso diário viver uma missão complexa e de alta responsabilidade, porém, que nos permite ter o maior dos ganhos: a tranquilidade de CONSCIÊNCIA.

Sintam-se acolhidos, porque juntos, sempre seremos mais, e chegaremos mais longe.

Acesse www.velosocoaching.com.br/  e entre contato conosco.

Autora: Alicia Veloso

Expert em Gestão de RR.HH, e Practitioner em PNL. Escola Nacional de Administração Pública no Uruguai (Gestão de Projetos, Administração Empresarial, Liderança, Comunicação). Obteve o Primeiro lugar no Uruguai, no concurso promovido pelo Centro Latinoamericano de Desenvolvimento, na categoria: Qualidade Empresarial e Qualidade na Educação. Life & Executive Coach pela Line Coaching e IBC, Líder Coach. Coach Palestrante pela ABRACOACHES. Analista Comportamental.